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5 Problemas Comuns no Transporte Rodoviário de Cargas

 

A logística pode ser um fator desafiador para algumas empresas e encontrar soluções para os obstáculos neste fator é imperativo para o sucesso de qualquer negócio. No Brasil, o transporte é feito de forma centralizada no modal rodoviário, o que por si só já é um dos grandes desafios para transportadoras e clientes, tendo em vista que se trata de um país com dimensões continentais e baixo investimento em rodovias. 

Segundo a Confederação Nacional do Transporte (fonte: Terra), o Brasil possui 1,7 milhão de quilômetros de malha rodoviária e de toda essa extensão, apenas 210 mil são pavimentados. O investimento em rodovias é tão precário por parte do governo, que fica claro a diferença entre as rodovias privatizadas, que possuem qualidade extremamente elevada. 

Listamos alguns desafios comuns entre as empresas transportadoras de cargas, que devem ser levados em conta pelo contratante ao buscar um serviço de transporte ou frete. 

Leia mais sobre fatores que compõem o custo do transporte de cargas rodoviário.

1. Segurança;

A falta de segurança nas estradas e o risco de roubo é iminente no caso de caminhões de cargas e transporte, sendo sem dúvidas uma enorme pedra no sapato de todo o setor logístico do Brasil. Para evitar prejuízos maiores com o roubo das cargas e produtos transportados, acaba sendo necessário investir em tecnologia e segurança, além de fazer um bom planejamento de gestão de riscos. 

Segundo o Sistema Firjan, entre 2011 e 2016 foram quase 100.000 roubos e mais de R$6 Bilhões de prejuízo no Brasil. Para assegurar as cargas, muitas transportadoras disponibilizam seguros para cargas transportadas, além de utilizar de ferramentas de rastreamento e monitoramento da frota por satélite ou até escoltas, caso a carga seja muito valiosa. 

A Fíngolo oferece serviços de seguro para cargas transportadas. Entre em contato para saber mais. 

2. Frota & Tecnologia Desatualizadas;

A manutenção contínua de toda a frota utilizada para o transporte de cargas rodoviários é imperativa, porém, também é muito importante saber quando investir em novo veículos e tecnologias mais avançadas. 

Existem leis e regulamentos que devem ser seguidas em relação aos veículos responsáveis pelo transporte de cargas, porém, a vida útil de um caminhão costuma ser mais longa do que de um carro. Muitas empresas possuem caminhões desatualizados rodando pelas estradas do país, o que coloca em risco a segurança da carga e de outros veículos, gerando não só um risco maior de acidentes, mas também colabora para a depredação das estradas, gastos com reparos, atrasos na entrega ou até avaria da carga. 

3. Ociosidade e Pouca Carga de Retorno;

A carga de retorno é um problema que atinge tanto transportadoras quanto empresas que possuem frota de veículos própria para transporte, mas principalmente o segundo grupo. Tendo em vista que um caminhão vai cheio até seu destino, seja de carga completa (de um único cliente) ou fracionada (de mais de um cliente), nem sempre ele volta cheio. 

Isto significa que o tempo produtivo diminui, tendo em vista que o veículo está total ou parcialmente inutilizado, mesmo tendo que percorrer o trajeto de retorno até a sede. Para isto, as transportadoras devem ter uma boa gestão logística e calcular bem seus índices de ociosidade para que esse fator não seja refletido no preço do frete, pago pelo cliente final. Já no caso das empresas com frotas próprias, é essencial que façam um bom planejamento logístico ou mesmo terceirizem este serviço para eliminar os custos de inatividade. 

3. Alta Carga Tributária;

O Brasil é um dos países que mais cobra impostos no mundo, e no setor de transporte e logística isto também se aplica. Segundo estimativas, os tributos chegam a representar 30% do faturamento das transportadoras brasileiras. A carga tributária elevada dificulta o poder de barganha por parte das transportadoras, além de frequentemente obrigá-las a aumentar o preço de seus serviços. 

Para driblar as altas taxas e tributos, é importante que as empresas possuam um planejamento estratégico minucioso, podendo assim analisar opções de estratégias que os tornem mais competitivas e seus serviços mais atrativos para o consumidor final.

4. Problemas de Infraestrutura da Malha Rodoviária;

As condições das estradas brasileiras são precárias. Como já citado em artigo anterior, menos de 15% da malha rodoviária é pavimentada, dificultando muito o transporte de cargas pelo modal rodoviário, que é o principal do país. Os reflexos caem diretamente no preço do frete, já que a má qualidade das rodovias gera mais custos para as transportadoras, tanto em termos de tempo quanto em termos de manutenção e reparação da frota. 

A Fíngolo se preocupa em considerar todos os desafios do setor de transporte e logística para solucioná-los, oferecendo assim o melhor serviço para nossos clientes. 

Para mais informações sobre nossos serviços de transporte e logística, veja nossa página de serviços ou entre em contato conosco. 

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